O António Mota era uma das pessoas que mais admirava no rugby nacional.
Discreto, sério, calmo, disponível, leal, solidário, humilde e AMIGO.
Conheci-o melhor quando os nossos filhos, nos escalões mais jovens, se defrontavam, no Estádio Nacional. Sereno, apaziguador e educador.
O contraste não podia ser mais flagrante.
Sempre o admirei pela sua postura exemplar. Um HOMEM diferente. Invulgar.
Conheci-o melhor quando me concedeu o privilégio de ter sido Presidente do Conselho de Arbitragem na minha primeira passagem pela Direção da FPR. Como eu, todos o respeitavam e admiravam pela sua competência, discrição e serenidade.
UM EXEMPLO.
À Família, em particular aos seus filhos, e ao Grupo Desportivo de Direito deixo um abraço solidário associando-me à dor pela perda do António.
Até breve.
Carlos Amado da Silva
Presidente da Federação Portuguesa de Rugby